Viagem

na Serra do Rio do Rastro | SC

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A primeira vez que vi alguma coisa sobre a Serra do Rio do Rastro foi em um desses links da internet que falava sobre as dez estradas mais bonitas do mundo. Eu ainda nem pedalava como hoje. Cliquei no link e foi quando descobri que uma delas era no Brasil, em Santa Catarina e se chamava Serra do Rio do Rastro. Pensei comigo “preciso conhecer essa serra um dia”. Mal sabia eu que iria conhecer esse lugar de bike!

Depois disso acabei nem dando tanta importância pra esse lugar. O tempo foi passando, comecei a pedalar minha bike, comprei uma melhor, pedalei 30 km, 50 km e isso foi se tornando uma grande aventura. Até que um dia fui atravessar as montanhas de Analândia, o que me deu vontade de realizar outros pedais ainda mais loucos.

Depois disso, estava eu um dia no Facebook e vi uma postagem de um amigo meu de São Bernardo do Campo, cidade que eu nasci e fui criado, sobre a viagem dele de moto para a Serra do Rio do Rastro. Pensei: “Meu Deus!!! É aquela Serra muito louca que vi outro dia. Preciso subir ela de bike. De qualquer maneira”. Minha vontade de conhecer esse lugar de bicicleta tomou conta dos meus pensamentos. Comecei a pesquisar sobre o local, quanto tempo eu ia demorar pra chegar lá, onde iria ficar, quanto iria gastar, achei vídeos e relatos de outras pessoas que fizeram esse pedal e cada dia que passava eu queria a qualquer custo pedalar por lá.

Até que em julho de 2014 tive a oportunidade de tirar alguns dias pra descansar. Conversei com minha mulher sobre que lugar ela gostaria de conhecer no sul e, dessa forma eu aproveitaria a viagem pra realizar um sonho e levar minha família pra passear. Malas prontas, bike no carro, minha filha feliz da vida e lá vamos nós para o sul do país. Levei dois dias pra chegar à cidade de Lauro Miller, quase 1300 km de onde eu moro, no interior de São Paulo.

Lauro Miller é a cidade mais próxima da Serra do Rio do Rastro (na parte de baixo). Cheguei até lá descendo a BR-101 pelo litoral de Santa Catarina com destino a cidade de Tubarão. Depois de Tubarão você entra a direita na SC-390, passa pela cidade de Orleans e chega a Lauro Miller. Esse trajeto na SC-390 é de mais ou menos 60 km.

Cheguei a noite em Lauro Miller e fui procurar um lugar pra ficar. Eu já tinha pesquisado algumas pousadas, que são poucas, porém não tinha reservado nada. Arrumei um lugar pra ficar, mas eu teria que sair no dia seguinte. Uma banda que iria tocar em um festival na cidade tinha reservado todos os quartos. Então a tarefa no dia seguinte de manhã, antes de pedalar a subida da Serra, seria arrumar um lugar pra ficar.

Saindo de Lauro Miller sentido a serra, você passa por um bairro que se chama Guatá. Essa vila é distrito de Lauro Muller. Eu já sabia que lá tinha uma pousada e fiquei sabendo que tinha um quarto disponível para o fim de semana. Fui até lá e realmente tinha um quarto disponível. Fomos conhecer o local e de repente encontro com um cara se arrumando para fazer a subida da serra de bike. Fui conversar com ele que me disse que iria subir a serra naquela hora e sozinho. Expliquei pra ele que eu também iria subir sozinho, porém no dia seguinte, pois minhas coisas, inclusive a bike, estavam na outra pousada e aquela manhã eu tinha separado somente pra arrumar um lugar pra ficar. Ele sugeriu pra que eu buscasse minhas coisas pra gente subir juntos, dessa forma um faria companhia pro outro e com certeza a pessoa que ficaria mais feliz nessa história seria minha mulher, que não queria demonstrar, mas estava preocupada comigo por eu fazer o pedal sozinho. Acho até que ele apareceu devido as rezas dela. Então, combinado. Nossas coisas já estavam arrumadas em Lauro Miller, era só colocar no carro, prender a bike e voltar pra Guatá. “Em meia hora tô de volta”.

Foi muito legal ter encontrado alguém pra subir comigo. Alexandre é um cara super simpático, ator de teatro e dançarino, mora em São Paulo, tinha acabado de pedalar no Vale Europeu, também em Santa Catarina, parou em Guatá somente pra subir a serra e já, naquele dia mesmo, iria continuar viagem para o Rio Grande do Sul.

Eu e o Alexandre saindo da pousada.

Eu e o Alexandre saindo da pousada.

Ainda no início da subida. Parte mais leve.

Ainda no início da subida. Parte mais leve.

Começamos a pedalar. Saímos do vilarejo e fomos subindo bem de leve seguindo a estrada. A nossa frente aquele paredão verde, algumas nuvens que cobriam o sol forte poderia nos ajudar na subida, mas também poderia nos atrapalhar caso começasse a garoar ou chover.

Esse início de pedal é bem tranquilo. Cheguei a pensar que se fosse tudo dessa maneira daria pra fazer mais de uma vez a subida. Paramos pra fazer algumas fotos. Já estamos a certa altura com um visual bacana. Continuamos. Depois de uns 10 km as curvas começam a ficar mais fechadas e a inclinação aumenta. A paisagem vai ficando cada vez mais bacana. Mais algum tempo pedalando e as curvas são totalmente fechadas. Literalmente elas fazem 180°. Você está pedalando em uma direção e a curva te leva totalmente pra direção contraria. De repente um caminhão enroscado em um das curvas. Não entrou nela direito e encostou o pára-choque na mureta. Parou o trânsito dos dois lados. A gente continuou. Mais adiante: “Que droga!” O vento está piorando e começou a garoar. Para, coloca a capa de chuva e continua. O corpo já está sentido a subida e o vento me segura muito. Quando eu olho pra ver o que já tínhamos percorrido, vejo aquela estrada vindo lá de baixo, contornando a montanha e passando por baixo da parte que a gente estava. Engraçado isso. Nesse ponto a montanha é tão íngreme que a parte anterior a última curva estava bem abaixo da gente, quase não da pra ver ela.

Pausa para algumas fotos quase na metade da subida.

Pausa para algumas fotos quase na metade da subida.

A gente vê parte de onde a gente passou em baixo da gente.

A gente vê parte de onde a gente passou em baixo da gente.

Ufa, ainda bem que a chuva parou. Para de novo e tira a capa de chuva que está me atrapalhando e coloca a toca por debaixo do capacete porque minhas orelhas estão congelando. Isso mesmo. Nesse momento o frio estava muito intenso porque o vento estava muito forte. Estou cansado. Acho que o Alexandre está menos que eu. Ele já vinha de um pedal de três dias, o corpo dele praticamente nem esfriou e eu estava há mais de uma semana sem pedalar. Olho pra cima e vejo o cume da montanha, estamos chegando. E o vento continua a me atrapalhar. Mais alguns minutos e uma placa de trânsito indica a divisa de município entre Lauro Miller e Bom Jesus da Serra. Acho que estamos chegando. Depois da placa a inclinação começa a diminuir e, enfim, estamos no alto da montanha. “Não acredito, cheguei. Subi a Serra do Rio do Rastro de bike!” Eu estava irradiante.

Assim que você acaba a subida você pedala mais uns 05 minutos e chega ao mirante da serra. O tempo não estava tão bom, mas era possível ver toda a parte de baixo. O vento estava mais forte ainda e o frio piorara. Minhas mãos estavam congelando e me arrependi de não ter levado mais uma luva que eu tinha.

O local te oferece alguns lugares pra você comprar água e alguma coisa pra comer. Um deles um pouco mais sofisticado os outros mais simples. Tiramos algumas fotos, comemos alguma coisa, compramos água e conversamos com um pessoal que estava por lá e perguntando pra gente como era subir de bike aquilo tudo. Algumas pessoas ficam impressionadas. Fui dar uma olhada no hodômetro da bike. A distância foi de 20 km e o tempo total da subida foi de três horas e vinte minutos. Desde a pousada em Guatá até o mirante. Depois de uma meia hora é hora de descer. “Minha nossa que frio!!! Vamos logo antes que piore o tempo e comece a chover”

Como era de se esperar, a descida é muito mais fácil. O maior cuidado nessa hora é com as curvas que, além de serem muito fechadas, algumas estão molhadas com água que escorre da montanha. Alguns carros também atrapalham na hora de descer. Eles são obrigados a diminuírem muito nas curvas e fica difícil passar por eles. Um caminhão também nos atrapalhou muito, principalmente quando encontrava com outro que estava subindo. Então, todo cuidado é pouco. Depois de 10 km descendo, o vento quase não existia mais, o frio diminuiu muito e o tempo abriu. Parecia que estávamos em um lugar muito distante daquele de alguns minutos atrás. A sensação é que tudo ficou mais calmo, mais fácil. Foram 43 minutos de descida até a pousada. Cheguei à pousada com um sorriso enorme na cara. Olhei pro Alexandre e ele estava feliz da vida também. Acho que a sensação dele era a mesma que a minha, de felicidade e missão cumprida. Que coisa louca que a gente fez. Se vale a pena? Muito, muito, muito… Dei um abraço nele e agradeci por ter compartilhado essa experiência comigo. Valeu Alexandre! Conseguimos!

 

No mirante cheio de alegria por ter chegado.

No mirante cheio de alegria por ter chegado.

As bicicletas...

As bicicletas…

Quem quiser fazer a serra de bike planeje bem a época do ano e se prepare para a subida. Como eu fui no inverno, me vesti com uma camisa de ciclista normal, uma segunda pele por cima e uma jaqueta corta vento. Pra cabeça levei uma toca de motoqueiro, que tem a abertura somente para os olhos e a boca e o capacete. Para as mãos, uma luva de ThermoFleece e uma de lã fina com os dedos cortados, que não foram suficientes. Vesti uma calça esporte térmica da Lupo e coloquei a bermuda de ciclista por cima. Para os pés, duas meias comuns e um tênis que eu uso pra pedalar.

Optei fazer a subida no inverno devido às chuvas que ocorrem no verão. Achei melhor e mais fácil me proteger do frio do que tomar chuva e correr o risco de molhar meu equipamento fotográfico. Dessa forma, eu também já poderia ter uma noção de como é pedalar com baixas temperaturas já que venho planejando um pedal que será bem mais frio que esse. A pousada que eu fiquei se chama Coan e, apesar de super simples, tem um proprietário super gente fina. Eles servem almoço, jantar e é o lugar mais indicado pra ficar pra quem quer subir a serra.

Quem quiser tirar alguma dúvida e se informar mais para fazer esse pedal pode entrar em contato comigo ou deixar algum recado que terei o prazer de responder e te ajudar a conquistar esse sonho como eu fiz.

Abraços e boas pedaladas!

Sobre andandodebike

Olá, meu nome é Mauricio Gouveia, sou ciclista e fotógrafo e nesse Blog vou contar um pouco pra vocês sobre os lugares que eu pedalo e, dessa forma, quem quiser pedalar nesses lugares terá um pouco de informação de como chegar, por onde começar, distancias, dificuldades e outros detalhes. Ajudem a compartilhar e divulgar esse Blog pra que mais pessoas aproveitem as dicas e peguem suas bikes pra fazer essas pedaladas que são muito bacanas e faz muito bem pra vida. Espero que gostem e por favor comentem e deixem recados pra me ajudarem a construir um lugar interessante de informações pra quem quer se divertir de bicicleta. Abraços. Mauricio Gouveia

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21 Comments

  1. Glaucy Mara

    1 de janeiro de 2015 at 19:50

    Valeu por repartir sua conquista. Amei cada colocação, pois estou me organizando para dia 23 de janeiro ir com uns amigos do pedal. Minha dúvida é que bike usar a Speed ou MTB… Super abração…

    • andandodebike

      5 de janeiro de 2015 at 13:29

      Olá, Glaucy! Obrigado pelo contato. O pedal na Serra do Rio do Rastro e feito todo em asfalto. Eu só pedalo com MTB, porém é possível fazer com speed sem problemas. Isso pode ficar a seu critério.
      Quem bom que minha experiência está te ajudando. Qualquer dúvida que você tiver pode entrar em contato que terei o prazer em colaborar. Você já curtiu a fan page? Segue o link https://www.facebook.com/pages/Andando-de-Bike/1478201325773779?ref=hl
      Abraços e boa pedalada.

  2. marcelo

    24 de abril de 2015 at 18:32

    Olá Boa tarde
    Parabéns pelo pedal
    você só subiu ? chegou a descer depois a serra ?
    abraços e obrigado

    • andandodebike

      4 de maio de 2015 at 22:52

      Olá, Marcelo! Obrigado pelo contato. Eu subi e desci no mesmo dia, levei três horas e quinze minutos pra subir e quarenta e cinco minutos pra descer. O vento e o frio atrapalharam um pouco a subida. Pra descer, os primeiros cinco km o frio atrapalhou, depois ficou tranquilo… Você também vai fazer esse pedal? Abraços!!!

  3. Paulo Alexandre

    22 de fevereiro de 2016 at 17:29

    Olá Mauricio, lendo o seu relato não vejo a hora de estar pedalando lá, vou dia 06/03/2016, Evento de subida que terá na Serra Rio Rastro.
    1) Como estou começando, pergunto a vc se na sua opinião a sofrência é menor de Speed do que MTB ?
    2) Minha MTB pneu borrachudo pra trilha, se for com ela tenho que trocar pra menor aderência e não sofrer tanto !!!

    Parabéns, continue relatando pra nós, um grande abraço, e que Deus lhe ilumine sempre.

  4. mauricio

    9 de março de 2016 at 21:34

    Fala Chará! Parabéns pelas aventuras e pelo blog. sou viciado em pedalar como você deve ser, e estou indo pra Florianópolis amanhã e devo fazer a Serra do Rio do Rastro na 6a ou na 2a. Também tenho um blog com relatos das pedaladas, fotos e vídeos, depois da uma olhada, quem sabe tem algum pedal que te interessa…:? http://www.mauricioherzog.com.br

    Abração e boas pedaladas!

    • andandodebike

      29 de maio de 2016 at 07:41

      Fala, Mauricio. Vou ver seu site sim, com certeza. Obrigado por acompanhar aqui. Abraços.

  5. mauricio

    9 de março de 2016 at 21:35

    Fala Chará! Parabéns pelas aventuras e pelo blog. sou viciado em pedalar como você deve ser, e estou indo pra Florianópolis amanhã e devo fazer a Serra do Rio do Rastro na 6a ou na 2a. Também tenho um blog com relatos das pedaladas, fotos e vídeos, depois da uma olhada, quem sabe tem algum pedal que te interessa…:? http://www.mauricioherzog.com.br

    Abração e boas pedaladas!!

  6. Diego

    6 de junho de 2016 at 21:06

    Boa noite. Estou incomparável o sul em julho e na volta passo pela serra. Penso seriamente em levar a bike, porém comunicou sozinhonqueria saber se tem algum tipo de apoio por lá que pode ser contratado? Tipo guia turístico de bike?

    • andandodebike

      8 de junho de 2016 at 15:58

      Olá, Diego! Eu não sei se tem guia pra fazer esse trajeto, porém acredito não ser necessário. Se você quiser somente subir e descer a serra, não precisa de guia nenhum.

  7. Ivan Pereira

    19 de junho de 2016 at 15:54

    Oi Mauricio. Sou Ivan, do blog Bicikleta – Bike & Foto (www.bicikleta.com.br). Ja fiz algumas viagens para pedalar no exterior e amo montanhas, especialmente as subidas. Por isso, em outubro, quero explorar mais o Brasil e vou subir a Serra do Rio do Rastro. Vou levar minha Speed (Roubaix, da Specialized, mais adaptada a terrenos irregulares) e gostaria de saber se existe aluga regulamentação sobre bikes nesta serra, tipo dias fechados, dias que não pode pedalar lá ou coisas desse tipo. Parabéns pela ótima matéria e obrigado. Abraços, Ivan.

    • andandodebike

      1 de julho de 2016 at 13:00

      Olá, Ivan!
      Gostei do seu site, bastante reportagem de forma jornalistica. Bem legal! Vou parar com mais tempo para ler, inclusive suas viagens.
      Em relação a sua pergunta, eu não tenho uma informação precisa. Porém, acredito que não há problemas em relação a subida da serra em dias nublados.
      Talvez você poderia tirar essa dúvida entrando em contato com a pousada onde eu fiquei no pé da serra, no distrito de Lauro Muller, chamada Guatá. A pousada se chama Coan e o dono de lá é um cara bacana.
      Espero ter ajudado.
      Grande abraço e boas pedaladas!

  8. angelica gimenes

    24 de fevereiro de 2017 at 16:22

    Olá meu nome é Angelica.
    estou me preparando para subir sozinha , com meu esposo acompanhando de carro agora dia 14/ de março 2017.
    Estou mega ansiosa e com medo de não conseguir mas vou mesmo assim.
    Muito legal seu depoimento .Parabéns.

    • andandodebike

      28 de maio de 2017 at 17:37

      Olá, Angélica! Como foi o pedal. Conseguiu subir? Desculpe a demora para responder. Abraços!

  9. wanderley

    31 de maio de 2017 at 15:26

    ola meu nome é wanderley , legal seu passeio e estou louco para fazer em agosto agora 2017 . pretendo ir de avião e pousar no aeroporto humberto ghizzo , mais estou meio perdido , porque vc subiu e desceu ,e se eu fizer o que estou pensando acho que não vai dar certo , como devo fazer e onde ficar isto ia ser de muita valia , obrigado

    • andandodebike

      8 de junho de 2017 at 08:50

      Bom dia, Wanderley!

      Obrigado por acompanhar o Andando de Bike. A Serra do Rio do Rastro é um passeio muito bacana. Eu fui até lá de carro. Saí do interior de São Paulo e viajei dois dias até a cidade de Lauro Miller. Chegando lá eu fiquei hospedado em um vilarejo que se chamá Guatá. Esse vilarejo fica no pé da serra e é o principal ponto de partida para subir a montanha. Você também pode ficar na cidade de Lauro Miller que está somente a 03 km de distância.
      Esse aeroporto que você mencionou está a mais ou menos 70 km de distância de Lauro Miller, então acredito que você teria que pegar um ônibus até lá.

      Tente fazer dessa forma. O lugar é muito bonito e vale a pena pedalar por lá.

      Espero ter ajudado. Se quiser tirar mais alguma dúvida, entre em contato.

      Abraços e boas pedaladas.

  10. Shimony Coelho Machado

    12 de novembro de 2017 at 22:37

    Olá que experiência fantastica.
    Então eu e meu marido estamos planejando de ir em fevereiro. Fiquei preocupada com a segurança, há acostamento para pedalar, ou pedalamos juntos aos carros? Vc fez de MTB? O que você sugere MTB ou Speed?

    Desde já agradeço

    • andandodebike

      14 de novembro de 2017 at 13:14

      Boa tarde, Shimony!

      Obrigado pelo contato. Realmente pedalar nessa serra é fantástico.
      Eu não tive problemas em pedalar por lá. Não tem acostamento na estrada, somente algumas áreas de escape. Porém, o fluxo de veículos não é muito grande e os poucos carros que passam andam devagar, não é possível andar em uma velocidade alta por lá.
      Eu fiz meu pedal de MTB, não vejo problema nenhum em pedalar de speed. Acho que isso vai mais do que vc se sente melhor. Tanto um quanto o outro vc vai fazer um pedal bacana.
      Espero ter te ajudado.
      Se quiser tirar mais alguma dúvida, pode entrar em contato.

      Boas pedaladas!

  11. Abieser

    29 de agosto de 2018 at 17:44

    Eu estou pretendendo subir essa Serra. Pelo que pesquisei a melhor época para subir é no mês de março. Porque o sol não é tão quente e o frio é mais ameno. Eu ainda não descobri as datas de eventos de ciclismo na região.

  12. Priscila

    9 de outubro de 2018 at 13:10

    Boa tarde Mauricio!
    Meu nome é Priscila e quero muito fazer esse pedal com meu marido mês que vem!
    Minha dúvida é, preciso “avisar” alguém ou entidade que seja ou esteja responsável pela Serra que vou tal dia fazer o pedal ou posso simplesmente “ir”?! e como irei de São Paulo, gostaria de alguma dica de hospedagem por perto…para poder deixar o carro e irmos de bike até a Serra!
    Aguardo ctt

    • andandodebike

      10 de outubro de 2018 at 08:51

      Olá, Priscila. Obrigado por acompanhar o Andando de Bike. Você pode chegar lá e pedalar, a serra é aberta. Quanto a lugar pra ficar, pode ser em Lauro Miller ou Guatá, que é um distrito de Lauro Miller e fica no pé da serra. Esse lugar é bem simples, porém tem um pessoal bacana e uma comida ótima. Espero ter ajudado. Qualquer dúvida pode entrar em contato.

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